Tribunal de santo tirso vai ter mais abrangencia | |
Por Luis F. Maia (Leitor do Jornal), em 2014/06/20 | 831 leram | ![]() ![]() |
O Tribunal de Santo Tirso vai passar a deter duas instâncias centrais no âmbito do novo mapa judiciário que entra em vigor a partir do dia 1 de setembro. | |
![]() O espaço interno do edifício do Tribunal de Santo Tirso vai sofrer obras de melhoramento para responder às necessidades impostas pela reforma judiciária levada a cabo pelo Ministério da Justiça. O projeto, desenvolvido pela Câmara de Santo Tirso, está em fase de conclusão e vai envolver um investimento de cerca de 250 mil euros, suportados pelo Município e pelo Instituto de Gestão Financeira e Equipamentos da Justiça, na dependência da ministra da Justiça. Sem a realização das obras no edifício localizado na Praça General Humberto Delgado, não teria sido possível a Santo Tirso receber a atribuição das duas secções de instância central e manter as duas secções de instância local com competência genérica: o Tribunal Cível e o Tribunal Criminal. Joaquim Couto1 Para o presidente da Câmara, Joaquim Couto, “a reforma judiciária foi muito vantajosa para Santo Tirso”, uma vez que “permitiu manter e reforçar duas instâncias, o Comércio e a Família e Menores, importantes sob o ponto de vista da proximidade para as pessoas”. Joaquim Couto considera que “a Câmara fez a defesa intransigente dos tribunais do Comércio e Família” junto da tutela e, em parceria com a delegação da Ordem dos Advogados da comarca de Santo Tirso, “manifestou sempre disponibilidade para fazer parte de uma solução que salvaguardasse os interesses da população do concelho”. O resultado foi a instalação de uma instância central do Tribunal de Comércio e outra do Tribunal de Família e Menores, este previsto funcionar no piso 1, um dos espaços a ser intervencionado no âmbito do projeto de reabilitação do edifício do tribunal. O presidente da Câmara reuniu com o Instituto de Gestão Financeira e Equipamentos da Justiça e com a delegação da Ordem dos Advogados, com vista a estabelecer os termos do protocolo de colaboração para a execução da obra, nomeadamente as questões de ordem financeira. “Estamos, como sempre o dissemos, a dialogar no sentido de se chegar a um entendimento quanto ao teor do protocolo”, resumiu o presidente da Câmara, convencido de que, “a breve trecho, vai ser possível arrancar com as obras no edifício do tribunal”, para instalar as duas secções de instância central e as duas secções de instância local. | |
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